Análises e Opiniões

A semana que começa
Uma semana cheia!

O mercado vai ter na última semana de Outubro um leque variado de dados e eventos que irão chamar a atenção, desde reuniões de bancos centrais a resultados empresariais, passando por dados económicos de primeira linha.

Semana Revista
O cenário mantém-se

Os mercados financeiros continuaram esta semana em modo de risco, com as acções e as yields obrigacionistas em alta, assim como os preços da energia e a inflação. Na China os preços das casas recuaram e na Europa começam de novo a aumentar os novos caso de Covid-19.

Café da Manhã
Bom fim-de-semana!

Os mercados financeiros, depois de algumas dificuldades durante a semana, preparam-se para terminar mais uma semana em terreno positivo.

Amanhã destacamos
PMIs

O último dia da semana vai ser o mais preenchido a nível de dados económicos a revelar, sendo que o nosso destaque vai para a divulgação dos PMIs desde o Japão aos Estados Unidos

Café da Manhã
Covid-19 e Evergrande

Um e outro continuam a estar no universo das preocupações, o primeiro a mostrar ressurgimentos aqui e ali e o segundo mais perto de um default com dificuldades para conseguir fundos.

Amanhã destacamos
Mercado de trabalho

Como sempre às quintas-feiras teremos os dados semanais dos novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos que se espera que continuem abaixo de 300 mil.

Café da Manhã
Petróleo recua, yields sobem

Os preços do petróleo estão a começar o dia a recuar dos recentes máximos depois do governo chinês referir que estava a procurar formas de limitar o recente aumento de preços do carvão.

Amanhã destacamos
Inflação

O destaque desta quarta-feira volta-se para o assunto que está mais em foco ultimamente, a inflação, que os bancos centrais se preparam para combater caso seja menos transitória do que aquilo que têm previsto.

Café da Manhã
Energia continua escassa

A Rússia não deu sinais de aumentar as exportações para a Europa em Outubro.

Amanhã destacamos
Resultados e banqueiros centrais

A época de resultados volta a aquecer, assim como sobe o número de intervenções verbais por vários banqueiros centrais, com os mesmos cada vez mais perto de reduzir estímulos monetários.


Calendário Económico