Café da Manhã

O último dia da semana passada terminou com as acções a recuarem dos ganhos registados nos dias anteriores, com os investidores a olharem de novo para as tensões no Médio Oriente e ainda pela divulgação dos números abaixo do esperado relativos ao mercado de trabalho nos EUA.


A passada sexta-feira foi um dia em perdas, a Ásia até tinha terminado duma maneira geral em ganhos, mas os mercados na Europa já reflectiram alguma insegurança por parte dos investidores.
Nos EUA, os dados relativos ao mercado de trabalho desiludiram os investidores e acabaram por levar os principais índices a terminar a sessão em perdas, não antes sem o índice Dow Jones ter atingido, pela primeira vez, os 29 000 pontos.
Os índices terminaram a recuar 0,46%, 0,29% e 0,27%, respectivamente para o Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq.

A semana começou na Ásia, com a confiança dos investidores de volta, isto depois de durante o fim-de-semana termos assistido às manifestações no Irão, depois da admissão oficial de erro no abate do Boeing que vitimou cerca de 170 pessoas.
No Japão os mercados encontraram-se encerrados devido a feriado.
A Austrália negociou em contraciclo com o índice ASX 200 a recuar 0,37%.
Na China o índice Shanghai Composite ganhou 0,75% e em Hong Kong o Hang Seng subiu já uns expressivos 1,11%.

Na Europa a semana está a começar sem direcção definida, mas ainda assim os principais índices somam ligeiros ganhos.
Os índices Euro Stoxx e Dax avançam 0,9% e em Londres o FTSE 100 ganha de momento 0,45% ajudado por uma libra mais fraca depois de um membro do Banco de Inglaterra referir que votará num corte de taxa de juro na reunião deste mês, caso não veja sinais de melhoria no cenário económico britânico.